Estudos Bíblicos

O Testemunho de João Batista

O Testemunho de João Batista
Wilson Lemos
Escrito por Wilson Lemos

Outro é o que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele dá de mim. Mandastes mensageiros a João, e ele deu testemunho da verdade. Eu, porém, não aceito humano testemunho; digo-vos, entretanto, estas coisas para que sejais salvos. Ele era a lâmpada que ardia e alumiava, e vós quisestes por algum tempo alegrar-vos com a sua luz. (Jo 5.32-35)

A qualidade de uma testemunha no tribunal é geralmente tão importante quanto o próprio testemunho. Se um advogado puder contestar o caráter da testemunha, ele destrói a eficácia do que ela disse. Em uma sessão do júri, transmitida para todo o país, no julgamento de um astro da National Football League [nos Estados Unidos], o testemunho de um detetive foi invalidado pelo júri quando se descobriu que ele havia mentido sob juramento.

Jesus Cristo não podia ter escolhido ninguém melhor para ser a primeira testemunha de sua divindade do que João Batista. Em certa ocasião, Ele mesmo falou a respeito de João: “Entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista” (Mateus 11.11). No evangelho de Lucas, Jesus é citado como tendo dito que não havia nenhum profeta maior do que João Batista. Como os judeus consideravam os profetas os mais santos dos homens, isto fazia de João uma testemunha da identidade perfeita de Jesus (naquela época ou em qualquer outra).

Citando o profeta hebreu Malaquias, Jesus disse que João era “mais do que um profeta”; era um mensageiro especial de Deus que “preparará o caminho diante de mim” (Malaquias 3.1). Arthur W. Pink diz a respeito de João: “Ele foi o tema de uma profecia do Velho Testamento (Isaías 40), seu nascimento foi decorrência de uma intervenção direta e miraculosa de Deus (Lucas 1.7,13); ele foi cheio do Espírito Santo desde o ventre materno (Lucas 1.15); ele foi um homem enviado por Deus (João 1.6); ele foi enviado para preparar o caminho do Senhor (Mateus 3.3)”.

Concebido Sobrenaturalmente

Embora João Batista não tenha nascido de uma virgem, como Jesus, ele foi concebido de uma forma especial. Como Isaque, que viveu muito antes dele, João nasceu de pais idosos através da intervenção miraculosa de Deus. Pode ser mais do que coincidência o fato de o autor do evangelho que inclui os detalhes da concepção miraculosa de João ter sido um médico. O pai de João, Zacarias (um sacerdote), e sua mãe eram pessoas piedosas, pois o Dr. Lucas nos diz:

Ambos eram justos diante de Deus, vivendo irrepreensivelmente em todos os preceitos e mandamentos do Senhor. E não tinham filho, porque Isabel era estéril, sendo eles avançados em dias. Ora, aconteceu que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu turno, coube-lhe por sorte, segundo o costume sacerdotal, entrar no santuário do Senhor para queimar o incenso. (Lucas 1.6-9)

Enquanto ele estava exercendo o sacerdócio diante do Senhor, o anjo Gabriel veio a ele e profetizou que ele e Isabel teriam um filho, que deveria receber o nome de João. A possibilidade de dar à luz uma criança na idade deles era tão remota que Zacarias questionou a promessa do anjo. Por causa de sua falta de fé, ele ficou sem voz durante os nove meses da gravidez de Isabel; e a voz não voltou até o dia em que a criança recebeu o nome. Quando Isabel estava com seis meses de gravidez, Maria, sua sobrinha também recebeu a visita do anjo Gabriel.

Foi-lhe dito que ela, uma virgem, daria à luz o Messias. Quando Maria visitou seus tios e relatou sua visão, “a criança [João Batista] lhe estremeceu no ventre [de Isabel]; e Isabel ficou possuída do Espírito Santo” (Lucas 1.41). Após o nascimento de João, a Bíblia nos diz: “E a mão do Senhor estava com ele.

Zacarias, seu pai, cheio do Espírito Santo, profetizou, dizendo… [de João] Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-lhe os caminhos, para dar ao seu povo conhecimento da salvação, no redimi-lo dos seus pecados… para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz/ O menino crescia e se fortalecia em espírito. E viveu nos desertos até ao dia em que havia de manifestar-se a Israel” (Lucas 1.66-80).

Não há dúvida de que João Batista foi concebido e ungido especialmente para uma missão. Embora seu ministério tenha sido de pouca duração (foi decapitado por ordem do rei Herodes), este porta-voz de Deus e símbolo do reavivamento espiritual em Israel não nos desapontou ao dar testemunho da identidade de Jesus.

João Compreendeu Quem Ele Era

Pelo testemunho de João fica evidente que ele não tinha dúvidas sobre a identidade de Jesus. Muitos dos que esperavam a vinda do Messias na época apontavam para João como o “prometido”. De fato, quando os “judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: ‘Quem és tu?’ Ele confessou… ‘Eu não sou o Cristo [Messias]’ Também não era ele Elias, acrescentando: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías” (João 1.19-23).

Ao citar o profeta Isaías, João deixou claro que seu papel era o de arauto da vinda do Messias e não ele próprio o Messias. Esse papel satisfazia-o plenamente, pois ele não pretendia ofuscar Cristo. O evangelista João disse francamente a respeito dele: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3.30). João teve ao mesmo tempo um nascimento notável e um caráter impecável.

A humildade é sempre uma qualidade especialmente apreciada por Deus e um verdadeiro sinal de grandeza. João demonstrou essa humildade quando estava no auge de sua carreira — quando as pessoas acorriam a ele aos milhares para ouvi-lo pregar e serem batizados por ele — submetendo-se ao Messias que viria, dizendo: “…no meio de vós está quem vós não conheceis, o qual vem após mim [Jesus era seis meses mais novo do que João], do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias” (João 1.26-27).

João não poderia ser mais claro! Ele humildemente identificou-se como o precursor do Cristo e prontamente cumpriu seu chamado apressando a vinda do Messias, que tinha primazia sobre ele.

João Foi Enviado por Deus para Ser uma Luz

O apóstolo João, cinqüenta anos mais tarde, escreveu: “Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João. Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber: a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem”  (João 1.6-9).

Na perspectiva de Deus, João Batista tinha um alto propósito para viver — ser uma testemunha da “luz do mundo”, Jesus, o Messias. O papel mais importante de João não foi o de “profeta”, muito embora ele tivesse sido o primeiro a chegar a Israel em quinhentos anos. Nem foi também como “a voz do que clama no deserto” ou pelo cumprimento da profecia (embora todas estas coisas fossem verdadeiras). Sua característica maior foi identificada pelo apóstolo João: ele “foi um homem enviado por Deus”!

Os Sete Testemunhos de João Sobre Jesus

Agora que já observamos o caráter impecável de João Batista e vimos que ele era a testemunha com maior credibilidade de seu tempo para identificar Jesus como o Messias, nós devemos abordar seu testemunho. Uma coisa é certa: declarações não podem ser ignoradas ou abandonadas.

A preexistência de Jesus

“João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: O que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim” (João 1.15).

É importante notar que Jesus Cristo não começou a existir quando “o ente santo” [ou coisa santa, na versão King Jones, em inglês] (Lucas 1.35), o óvulo fertilizado da encarnação, foi colocado no ventre da virgem Maria. Ele já existia antes da fundação do mundo. Jesus foi “o Verbo” que “estava no princípio com Deus”. Na verdade, esse “Verbo era Deus” (João 1.1). João Batista afirmou que, embora seu nascimento antecedesse seis meses o de Jesus, entretanto “[Ele, Jesus] já existia antes de mim”. Em outras palavras, João confessou que Jesus existia antes de sua própria concepção.

O senhorio de Jesus

João disse às multidões que o seguiam que seu propósito era “endireitar o caminho do Senhor” (João 1.23), em cumprimento da profecia de Isaías. Ao dizer isso, ele estava testificando que Jesus era Deus (ou Senhor) do Velho Testamento, confirmando o que o próprio Jesus diria mais tarde: “Eu e o Pai somos um.” Isto explica por que Jesus nunca repreendeu os que queriam adorá-lo, muito embora Ele soubesse que somente Deus deve ser adorado. Jesus não considerou uma blasfêmia permitir tal adoração, o que pode ser explicado quando entendemos quem Ele realmente era: “O Senhor”, ou Deus em forma humana.

A vida absolutamente santa de Jesus

“Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galileia para o Jordão, a fim de que João o batizasse. Ele, porém, o dissuadia, dizendo: ‘Eu é que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?’” (Mateus 3.13-14)

Para compreendermos o significado deste fato, precisamos visualizar a cena no rio Jordão. João, o primeiro profeta em Israel depois de quase quinhentos anos, estava pregando contra os pecados do povo e dos líderes religiosos. Um espírito de reavivamento irrompeu, pessoas de todas as partes se arrependiam, e eram batizadas por João. Cobradores de impostos, prostitutas, alguns sacerdotes e rabinos, e milhares de pessoas comuns vinham para serem batizadas por João no rio Jordão. João batizava a todos que vinham verdadeiramente arrependidos.

Então, um dia aconteceu um fato assombroso. Um homem se aproximou das margens do rio para ser batizado; João olhou para ele e espontaneamente declarou: “Não posso batizar-te; eu é que preciso ser batizado por ti!” Uma antiga tradução coloca nestes termos a resposta de João: “Não sou digno de batizar-te.”

Agora, preste atenção nisso. João conhecia bem Jesus. Provavelmente se conheceram quando crianças, pois eram parentes e moravam bastante próximos. João estava dando um testemunho subconsciente e espontâneo de que Jesus não precisava de batismo. Nunca antes ou depois João isentou qualquer outra pessoa do seu batismo — somente Jesus. Não perca o raciocínio. João queria que todos compreendessem que seu parente, que ele conhecia bem, tinha vivido uma vida sem pecado e, assim, não precisava procurar arrependimento. Um testemunho tão poderoso é considerado irrefutável em qualquer corte do mundo, mesmo em um júri popular.

Jesus identificado como “o Cordeiro de Deus”

“No dia seguinte, viu João a Jesus que vinha para ele, e disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1.29, 36)

João Batista foi educado de acordo com o ensino dos profetas do Velho Testamento, conhecendo bem os requisitos para um sacrifício especial pelos pecados — um cordeiro branco e puro, “sem defeito e sem mácula” (1 Pedro 1.19). Deveria ser perfeito. João estava afirmando que Jesus era sem pecado e, portanto, qualificado para ser “o Cordeiro de Deus”, entregue em sacrifício pelos pecados de todo o mundo. Jesus, que havia iniciado seu ministério público naqueles dias, ainda não havia emitido uma única palavra para indicar que morreria na cruz como sacrifício pelo pecado.

Esse sacrifício foi mencionado pelos profetas, mas nem os discípulos nem os líderes religiosos da época esperavam que o Messias viesse para morrer pelos pecados do povo. Efetivamente, os judeus mais tarde rejeitaram Jesus, não por Ele ter falhado ao cumprir todos os requisitos dos profetas, mas porque Ele tinha vindo para morrer como sacrifício pelo pecado. Apesar das claras profecias de Isaías e de outros profetas hebreus, eles esperavam que o Messias assumisse o papel de um rei que os governasse, libertando-os do jugo dos romanos.

As multidões podiam certamente aceitá-lo como um soberano — mas não estavam dispostas a receber quem quer que fosse como um Messias sofredor. João, entretanto, soube instantaneamente que Jesus era “o Cordeiro de Deus”.

Esta é a primeira vez nos evangelhos em que Jesus é chamado de o Cordeiro de Deus. O apóstolo Filipe usou esse título quando expôs o evangelho ao eunuco etíope, em Atos 8, mas ele estava citando Isaías 53.7-8, onde o profeta havia escrito: “…como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem quem dela cogitou? porquanto foi cortado da terra dos viventes.”

No restante do Novo Testamento, o apóstolo Paulo chama Jesus de “nosso Cordeiro pascal”, em 1 Coríntios 5.7, enquanto o apóstolo Pedro chama-o de “cordeiro sem defeito e sem mácula”, em 1 Pedro 1.19. Mas o maior número de citações aparece no livro do Apocalipse, que usa o termo “cordeiro” para caracterizar Jesus não menos do que trinta e uma vezes!

Reconhecemos hoje que Jesus foi inegavelmente o “Cordeiro de Deus” que morreu sobre a cruz, não por seus pecados, mas “pelos pecados de todo o mundo”. Este reconhecimento, porém, veio após o fato. Como João sabia disto ao chamá-lo desde o início por este título? Somente por inspiração divina! Mais do que o testemunho de João Batista é o testemunho do próprio Deus!

Jesus é identificado como o Messias

Quando o povo perguntou a João se ele era “o Cristo” (ou Messias; Jo 1.25), ele respondeu “Não”, e disse-lhes que ele, João, batizava somente com água. Porém Deus o havia instruído sobre como identificar o Messias:

E João testemunhou dizendo: “Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água, me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. ‘Pois eu de fato vi, e tenho testificado que ele é o Filho de Deus”. (Jo 1.32-34)

João reconheceu a superioridade espiritual de seu parente quando afirmou: “Não sou digno de batizar-te, tu és quem deve batizar-me.” Ele, porém, não estava ciente naquele momento de que Jesus era o Messias. Certamente, João estava certo de que o Messias estaria vivendo em sua época, pois ele mesmo seria seu precursor, mas não sabia, até então, quem seria o Messias. O Espírito Santo, porém, havia lhe mostrado como identificar o Messias.

“Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (versículo 33). Assim, quando João foi persuadido por Jesus a batizá-lo (para que este cumprisse toda a justiça), pôde então testemunhar dizendo: ‘Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Este é o que batiza com o Espírito Santo’“. Deste modo, João identificou claramente Jesus como o Messias de Deus, “o Cordeiro de Deus e o Filho de Deus”.

Para ilustrar a importância deste acontecimento notável, contraste com a seguinte situação: suponha que o Espírito Santo tivesse descido e pousado sobre o ombro de Pedro ou de um dos outros apóstolos. João Batista poderia ter sido justificado ao protestar dizendo: “Oh! não, ele não! Ele é apenas um pescador sem cultura! O que ele sabe?” Ou podia ter dito: “Tenho discípulos mais bem qualificados do que esse!” Mas ele não fez isso.

Ao contrário, quando o Espírito cumpriu o sinal já previsto pelo Pai — descendo em forma de uma pomba sobre Jesus “e permanecendo sobre Ele” — João prontamente percebeu e testemunhou que Ele era o Filho de Deus, aquele que batizaria com o Espírito Santo.

Jesus declarou ter o direito divino de batizar com o Espírito Santo

“Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33).

João sabia que seu batismo era um símbolo de fé e arrependimento, representando um compromisso da pessoa com Deus— não o batismo da salvação. Nosso batismo hoje assinala que fomos “nascidos do Espírito” no momento em que “nascemos de novo”.

O batismo do Messias era muito diferente. Ele batizaria com o Espírito Santo, o que tem sido feito por intermédio de seus discípulos milhões de vezes nesses quase dois mil anos.

Portanto, João testificou que Jesus tinha o direito de conceder salvação através do batismo do Espírito Santo, disponível a todo aquele que crer que Jesus morreu na cruz sacrificialmente por seus pecados (como o Cordeiro de Deus), foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia.

Jesus era o “Filho de Deus”

“Pois eu de fato vi, e tenho testificado que ele é o Filho de Deus” (Jo 1.34).

Considerando tudo o que ele sabia sobre seu parente, Jesus de Nazaré — os relatos de seu nascimento virginal; sua vida sem pecado (quando criança, na adolescência e na fase adulta); as profecias que Jesus cumpriu como Messias; mas, acima de tudo, porque o Espírito Santo “desceu sobre ele como uma pomba, e permaneceu sobre ele” —João prestou a Jesus o mais alto tributo que alguém podia expressar. “Este é o Filho de Deus”, disse ele a respeito de Jesus.

Ele não omitiu o artigo definido, como se Jesus fosse apenas “um” filho de Deus, mas disse claramente que Ele era “o Filho de Deus”. Assim fazendo, João atribuiu-lhe a identidade única de filiação ao Ser Supremo. Este título, usado quarenta vezes nos evangelhos, é exclusivo de Jesus.

Deus em Forma Humana

Se João tivesse de comparecer hoje a um tribunal e ser questionado sobre a identidade de Jesus, ele sem dúvida alguma proclamaria: “Ele é o Senhor preexistente que viveu sem pecado, o Cordeiro de Deus que foi ungido pelo Espírito Santo e que batiza com o Espírito Santo. Eu vi e testifico que este é o Filho de Deus.”

João Batista, que conheceu Jesus por mais tempo do que qualquer um de seus discípulos, foi extremamente claro ao afirmar que Jesus de Nazaré era o Filho de Deus enquanto esteve na terra, Deus em forma humana.

Todavia, João é apenas uma testemunha. O que disseram outras testemunhas oculares sobre Jesus? O que as pessoas disseram quando chegaram mais perto dele? Já é tempo de trazê-las à cena.

Sobre o autor

Wilson Lemos

Wilson Lemos

Meu nome e Wilson lemos,
sou evangelista formado em bacharel em teologia pelo instituto de teologia
SETAD.

Sou casado e tenho por missão ajudar você a crescer espiritualmente em conhecimento.

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